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[CENAtÓRIO] [GATUÉ] [Teatro do Ser] [mISCuTem] [Teatr'UBI] [GTUL] HISTORIAL
O CENAtÓRIO da Universidade Lusíada do Porto surge, em Outubro de 2004, no propósito da satisfação de várias vontades das quais se destacam o Departamento Cultural da Associação Académica da Universidade Lusíada do Porto 2004/2005 nessa altura liderada por Luís Miguel Lopes e da incansável e inefável vontade do Exmo. Prof. Doutor Ricardo Leite Pinto (Vice-Presidente da Fundação Minerva) em querer ver fomentado e dinamizado um Grupo de alunos ligados às artes performativas e, como não poderia deixar de ser, da vontade dos alunos desta casa em querer desfrutar das fantásticas artes de palco e de tudo o que delas transporta. Como tal, foi em Novembro de 2004, que se iniciaram, então, as actividades/ensaios deste Grupo dirigido pelo Actor/Encenador Jorge Mota, tendo este preparado o Grupo para um pequeno sketch no âmbito da Festa de Natal promovida pela Associação Académica para algumas crianças carenciadas. Daí partiu-se para o desafio da montagem e execução de um espectáculo preparado de berço da qual se registou uma série de três espectáculos em Maio no Auditório 1 da Universidade Lusíada do Porto. Neste momento o CENAtÓRIO envolve já um número considerável de pessoas (cerca de trinta) das quais se destacam Encenador, Actores e demais colaboradores, os quais se encontram empenhados na preparação, montagem e execução de um espectáculo com o texto de Woody Allen denominado “Deus – uma peça”. ******* Sinopse:“o.veneno.na.veia” Há coisas inexplicáveis, das quais temos a certeza absoluta de que fazem parte do nosso destino. Vivemos, amamos, rimos, às vezes até somos felizes, mas há sempre tanta coisa que nos escapa, tanta coisa por resolver. Dir-se-ia que fazem parte dos sonhos que nos perseguem e que, também, tão obstinadamente perseguimos e paradoxalmente tememos. Será que a razão deste medo está ligada ao receio de lidar com o sonho uma vez realizado? Muitas vezes chego a pensar que sonhamos as coisas que realmente não queremos! É terrível, parece que há em nós um impulso para o inacessível e para o trágico! Que bom que seria, se nos contentássemos com as pequenas grandes coisas que nos rodeiam e que estão à nossa mão… É nesta lógica de pensamento que se inscrevem as personagens dos textos que escolhemos para o nosso espectáculo. E foi também com coisas simples, à medida das nossas forças e debilidades, mas que poderão, pensamos nós, estimular-nos a desafiar o destino que incansavelmente insiste em não nos deixar ser felizes, que nós abordamos estas questões. Acreditamos que seremos capazes de vencer esse destino “tão real” quando lhe descobrimos todos os seus rostos. ******* Ficha Técnica Encenação: Jorge Mota. Som e Luz: Luís Lopes e Luís Oliveira. Violinista: Manuel Maio (ESMAE); Actores: Ana Sofia Ribeiro, Anabela Teixeira, Diana Cancela, Daniela Reis, Mafalda Pessoa, Rui Vaz, Letícia .
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